sexta-feira, 26 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
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22 de março de 2010
ficou a vontade para prosseguir
ficou o gosto pela ternura
ficou mais fácil aceitar os desejos
ficou o gosto pela água
ficou a força para tirar as máscaras
ficou a culpa a morrer solteira
ficou o prazer de partilhar
fiquei, sou... cada vez mais
ficou a vontade para prosseguir
ficou o gosto pela ternura
ficou mais fácil aceitar os desejos
ficou o gosto pela água
ficou a força para tirar as máscaras
ficou a culpa a morrer solteira
ficou o prazer de partilhar
fiquei, sou... cada vez mais
sexta-feira, 19 de março de 2010
a caminho
leva-se a alma em cacos que não sabemos colar
com a única certeza de que havemos de chegar
peregrinos do vento com as almas cansadas
voa alto o pensamento, escolhem-se as estradas
escolhem-se as estradas, os caminhos, os chãos
encontram-se outros a quem damos as mãos
cada passo decide o que fazer de nós
cada gesto dispensa o uso da voz
sob a forma de vento, sob a forma de chuva
o cajado invisível vem dar uma ajuda
o espaço que se estende aparece irrestrito
a densa tristeza rompe-se sem grito
respira-se o ar, sem força ou paixão
ouve-se ao longe o mar, ganha-se a solidão
chega a noite serena grávida de calma
entra a paz pelos olhos e instala-se na alma
magari
com a única certeza de que havemos de chegar
peregrinos do vento com as almas cansadas
voa alto o pensamento, escolhem-se as estradas
escolhem-se as estradas, os caminhos, os chãos
encontram-se outros a quem damos as mãos
cada passo decide o que fazer de nós
cada gesto dispensa o uso da voz
sob a forma de vento, sob a forma de chuva
o cajado invisível vem dar uma ajuda
o espaço que se estende aparece irrestrito
a densa tristeza rompe-se sem grito
respira-se o ar, sem força ou paixão
ouve-se ao longe o mar, ganha-se a solidão
chega a noite serena grávida de calma
entra a paz pelos olhos e instala-se na alma
magari
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
a promise to myself
I promise to be kind to myself today
Negative thoughts, I will chase away
Those cutting remarks and critical words
From my inner voice, will not be heard
This personal battle comes to an end
My inner child needs time to mend
Haunting memories of past mistakes
Will no longer cause my heart to ache
My freedom comes from the inside out
From letting go of that old self doubt
But my power comes from God above
Who helps transform me with this Love
thank you, mart:-)
Negative thoughts, I will chase away
Those cutting remarks and critical words
From my inner voice, will not be heard
This personal battle comes to an end
My inner child needs time to mend
Haunting memories of past mistakes
Will no longer cause my heart to ache
My freedom comes from the inside out
From letting go of that old self doubt
But my power comes from God above
Who helps transform me with this Love
thank you, mart:-)
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
se tanto me dói que as coisas passem
Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na busca de um bem definitivo
Em que as coisas de Amor se eternizassem
Sophia de Mello Breyner Andresen
É porque cada instante em mim foi vivo
Na busca de um bem definitivo
Em que as coisas de Amor se eternizassem
Sophia de Mello Breyner Andresen
sábado, 6 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
parabéns, irmanita.
Deixo-te uma coisa que escrevi há quase um ano.
Obrigada pelo teu carinho.
as minhas amigas
As minhas amigas são fadas
Azuis, lindas e aladas.
As minhas amigas dão colo
Abraços, risos, magia.
São farol, luz, alegria,
São às cores, meigas, zangadas,
Pequenas, duras, namoradas,
Fortes, quentinhas, macias,
Doces, bonitas e sábias.
Tenho amigas mais de mil,
Negras, brancas e douradas
De olhos doces, fundos, sérios,
E até de duas cores,
Onde guardam os mistérios,
Sonhos, homens e temores.
Tenho amigas mulheres,
Que seguiram seus caminhos,
Dos braços fizeram ninho,
E deram a volta ao mundo,
Até chegarem aqui.
Umas ficaram comigo
Por tempos de luta e dor
Outras partiram contentes
A procurar outras gentes
A descobrir o amor.
Amigas feitas de sonhos,
De querer, de força e fé
Amigas que são para sempre
Irmãs da alma e do tempo
Feitas de lama e de vento
Feitas de sangue e de ferida
Feitas de grito e de morte
Mulheres da vida, do canto,
Da voz rouca, consumida
Mulheres a quem quero tanto
Amigas da minha vida.
Magari
(à Luisinha, meu miosótis,
à Silvana, irmanita,
à Ana Maria, meu farol,
à Filomena, minha amiga,
à Guida, meu amor,
à Célia, mãe das minhas filhas,
à Carla, pelo amor que lhe sobra,
à Otília, pela força e fé,
à Helena, que partilha tudo,
à Aida, que nos bordou no coração,
à Anabela, toda mãe,
à Maria Augusta, afugentadora de corvos,
à Eduarda, eternamente lúcida,
à Cristina, tão forte e tão frágil,
à Glorinha, pequenina e sábia,
à Rosa, pela alegria,
à Amélia, seguidora de sonhos,
à Leonor, pela dança
à Alda, que embala a alma,
à Maria, minha irmã índia,
à Minoo, espelho do sol,
à Verónica, mãe coragem, guardadora de sonhos,
e especialmente hoje, à Minda, Arminda, Mimi, companheira de tantas loucuras)
Obrigada pelo teu carinho.
as minhas amigas
As minhas amigas são fadas
Azuis, lindas e aladas.
As minhas amigas dão colo
Abraços, risos, magia.
São farol, luz, alegria,
São às cores, meigas, zangadas,
Pequenas, duras, namoradas,
Fortes, quentinhas, macias,
Doces, bonitas e sábias.
Tenho amigas mais de mil,
Negras, brancas e douradas
De olhos doces, fundos, sérios,
E até de duas cores,
Onde guardam os mistérios,
Sonhos, homens e temores.
Tenho amigas mulheres,
Que seguiram seus caminhos,
Dos braços fizeram ninho,
E deram a volta ao mundo,
Até chegarem aqui.
Umas ficaram comigo
Por tempos de luta e dor
Outras partiram contentes
A procurar outras gentes
A descobrir o amor.
Amigas feitas de sonhos,
De querer, de força e fé
Amigas que são para sempre
Irmãs da alma e do tempo
Feitas de lama e de vento
Feitas de sangue e de ferida
Feitas de grito e de morte
Mulheres da vida, do canto,
Da voz rouca, consumida
Mulheres a quem quero tanto
Amigas da minha vida.
Magari
(à Luisinha, meu miosótis,
à Silvana, irmanita,
à Ana Maria, meu farol,
à Filomena, minha amiga,
à Guida, meu amor,
à Célia, mãe das minhas filhas,
à Carla, pelo amor que lhe sobra,
à Otília, pela força e fé,
à Helena, que partilha tudo,
à Aida, que nos bordou no coração,
à Anabela, toda mãe,
à Maria Augusta, afugentadora de corvos,
à Eduarda, eternamente lúcida,
à Cristina, tão forte e tão frágil,
à Glorinha, pequenina e sábia,
à Rosa, pela alegria,
à Amélia, seguidora de sonhos,
à Leonor, pela dança
à Alda, que embala a alma,
à Maria, minha irmã índia,
à Minoo, espelho do sol,
à Verónica, mãe coragem, guardadora de sonhos,
e especialmente hoje, à Minda, Arminda, Mimi, companheira de tantas loucuras)
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